quinta-feira, 1 de maio de 2014

Meu eu

Não faço questão de ser agradável,

Nem que me olhem com sorrisos plásticos,

Gosto do horror, e do sujo que sejam verdadeiros.

Não meço palavras,

pois elas pra mim são imensuráveis

O que falo e digo são tão sinceros,

Que o desafeto não vem do coração.

Não há nada em mim que não possa ser decifrado

Mas quanto ao segredo...este não te dou

Sou tão dependentemente livre,

Que sofro só de pensar em te perder

Não quero nada além de mim,

que não seja simplesmente, VOCÊ!