Não somos produtos ou mercadorias para sermos avaliados.
Julgados por olhares atentos e até famintos.
Não precisamos da avaliação ou alvará de ninguém
Para expressarmos livremente nossas escolhas.
Somos diariamente sub julgados por falatórios e críticas,
Daquilo que escolhemos para sermos.
Se sou produto do meio, e certamente sou.
Não quero ser tratada como tal,
Julguem ou avaliem a sabedoria, o amor, a amizade, o respeito e a solidariedade.
Estes são valores, e devem ser medidos.
Conta bancária, carro, moto, beleza e fama,
São ilusórios diante de sentimentos e ações imensuráveis.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
LUA
O sol até que apareceu
Quem insiste em não vir é a Lua.
Ahhh Luaa...
Por quê me deixas assim?
Disse que vinha
Iluminaria meus passos,
E a noite,em mim,não gritaria solidão.
Sinto em dizer
que ao pôr do sol,eu me desfaço.
Com a escuridão tudo fica mais claro,
Os medos de minh'alma já não cabe em mim.
A tal lua dos amantes,
esconde tua face.
Nada era como antes,
e antes nunca chegou ao fim.
Maldita você,
que jurou me esconder.
Como o sol que te ilumina
e te faz viver.
Morro.
O sol não me ilumina,
quem me dá luz é você.
Lua...
Quem insiste em não vir é a Lua.
Ahhh Luaa...
Por quê me deixas assim?
Disse que vinha
Iluminaria meus passos,
E a noite,em mim,não gritaria solidão.
Sinto em dizer
que ao pôr do sol,eu me desfaço.
Com a escuridão tudo fica mais claro,
Os medos de minh'alma já não cabe em mim.
A tal lua dos amantes,
esconde tua face.
Nada era como antes,
e antes nunca chegou ao fim.
Maldita você,
que jurou me esconder.
Como o sol que te ilumina
e te faz viver.
Morro.
O sol não me ilumina,
quem me dá luz é você.
Lua...
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